Quatro casos de Mpox são confirmados em Rondônia; Sesau reforça orientações à população

Quatro casos de Mpox são confirmados em Rondônia; Sesau reforça orientações à população

A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) confirmou quatro casos de Mpox, conhecida como varíola dos macacos, no estado. Ao todo, seis notificações da doença foram registradas em Porto Velho, sendo quatro confirmações e dois casos descartados.

A Mpox é uma doença viral que provoca febre e lesões na pele, que evoluem para bolhas e feridas. A transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto com as lesões ou com objetos contaminados. Na maioria dos casos, a doença apresenta quadro leve, mas exige acompanhamento médico e isolamento para evitar a propagação do vírus.

Atendimento e monitoramento

De acordo com a Sesau, os pacientes confirmados foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), onde passaram por avaliação clínica, receberam orientações e permanecem em isolamento.

A secretaria informou ainda que um caso suspeito atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião foi descartado. O diagnóstico final apontou varicela (catapora), outra doença viral que causa manchas e bolhas com coceira pelo corpo e tem alta transmissibilidade.

A Sesau destaca que segue monitorando a situação e mantendo a vigilância epidemiológica em todo o estado.

Nota de Esclarecimento

A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) informa que há registro, até o momento, de seis ocorrências de notificações de infecção pelo vírus Mpox, em Porto Velho. Desses, 04 (quatro) foram confirmados, e 02 (dois) foram descartados.

Os casos foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron). Os pacientes passaram por avaliação clínica, receberam todas as orientações necessárias e permanecem em isolamento.

A Sesau esclarece ainda que foi notificado um caso suspeito no Hospital Infantil Cosme e Damião, porém já descartado, com diagnóstico confirmado de varicela.

Orientações à população

A doença é transmitida principalmente por meio do contato direto com a secreção contida nas lesões (bolhas) e, mais raramente, por secreções respiratórias ou pelo uso de utensílios contaminados. Evitar o contato com pessoas infectadas é a principal forma de prevenção.

A orientação é que pessoas com lesões na pele, acompanhadas ou não de febre, procurem atendimento médico em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A Sesau permanecerá em vigilância epidemiológica, prestando orientações à população sobre a notificação de casos e o acesso aos atendimentos.

Confira a orientação da Sesau com a Dra. Mariana Bragança.

Foto: reprodução/internet

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